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Archive for Novembro 2011

Chinês cria "iPad" para a namorada gastando apenas US$ 125


O estudante chinês Wei Xinlong queria dar um presente para a sua namorada, mas não tinha como comprar o objeto de desejo dela: um iPad. Então ele decidiu que, se não podia comprar um pronto, ia criar o seu próprio. E, gastando apenas US$ 125, Xinlong presenteou sua namorada Sun Shasha com um tablet personalizado.

Com a ajuda da internet, o rapaz pesquisou sobre como os tablets são feitos. Depois foi atrás das peças. Comprou uma touch screen e uma bateria pela web e foi ao trabalho.

Ele juntou peças de um antigo notebook - placa-mãe e memória, por exemplo - com a touch screen e a bateria e espalhou uns enfeites pelo dispositivo para deixá-lo mais bonito. Adicionou a maçã da Apple na parte frontal do aparelho e pronto - criou, ele mesmo, um iPad personalizado e de baixo custo para a sua namorada.

"Ele lê livros, faz downloads, roda filmes e jogos apenas tocando a tela", disse o estudante. "É o melhor presente que eu já ganhei, e vou guardá-lo para sempre", afirmou a namorada Sun Shasha.

Especialistas criam ferramenta que detecta retoques de Photoshop em fotografias


Sempre que vemos alguém famoso em alguma revista, provavelmente, pensamos: será que deram o famoso "retoque" de Photoshop nessa foto? Mas, convenhamos: sabemos que a maioria delas foi alterada. Porém, Hany Farid, especialista forense em imagens e Eric Kee, estudante de doutorado, prometem esclarecer essas questões, já que criaram um sistema que identifica se a foto tem ou não alterações digitais.

A novidade é um modelo computadorizado que foi desenvolvido após a análise de cerca de 460 conjuntos de fotos, originais e retocadas. Assim, foi criada uma medida matemática formal das alterações, que possui escala de 1 a 5, onde 5 significa "retoque pesado".

Para verificarem se o modelo realmente funciona, convidaram 50 profissionais para avaliar as fotos originais e alteradas. Segundo Farid, os resultados das pessoas e do modelo computadorizado ficaram próximos, revelando que o modelo realmente funciona.

Empresa cria lâmpada ecológica que utiliza bactérias para produzir luz


Hoje, grande parte das empresas se preocupa em criar produtos "amigos" do meio ambiente. Agora, a Philips desenvolveu um conceito de lâmpada que utiliza uma grande colônia de bactérias para produzir energia.

O projeto, chamado de Bio-Light, usa diferentes tecnologias biológicas para criar efeitos de luz no ambiente. O conceito explora a capacidade de luminescência de bactérias que são alimentadas com metano e materiais compostos. Simultaneamente, a matriz do aparelho pode ser preenchida com proteínas fluorescentes, que então emitem diferentes frequências de luz.

O design também traz elementos modernos: a lâmpada tem uma parede de vidro em forma de células, própria para abrigar colônias bacterianas. Cada uma delas é conectada a finos tubos de silicone por onde o metano e os materiais compostos são conduzidos até os micro-organismos vivos, alimentando-os.

Talvez o grande diferencial seja o fato do dispositivo dispensar o uso de fios ou energia elétrica, já que a natureza viva do material pode oferecer possibilidades interessantes para a produção de novas fontes de energia renovável. No entanto, o conceito apresentado pela companhia ainda não é capaz de substituir totalmente a iluminação artificial.

A empresa acredita que o projeto também possa ser utilizado como indicador noturno nas pistas de estradas e rodovias, além de monitorar o status de doenças como a diabetes, indicar diagnósticos médicos e marcar sinais de emergência em locais de pouca iluminação.

Sistema de projeção no ar dispensa telas e monitores


Depois de japoneses criarem um sistema de exibição de imagens em 3D que dispensa o uso de monitores, agora são os russos que trazem um recurso parecido, mas tão surpreendente quanto: uma tecnologia que projeta figuras no ar e usa gestos com as mãos para movê-las - também sem a necessidade de telas ou periféricos.

O protótipo foi desenvolvido pela companhia russa Displair, que utilizou um fluxo de névoa fria para fazer as projeções das imagens sobre a fumaça, além de uma câmera de infravermelho para captar os movimentos do usuário. O dispositivo detecta a posição da pessoa e interpreta rapidamente qualquer movimentação feita com as mãos.

Caso produzido em grandes quantidades, o dispositivo pode custar entre US$ 4 mil e US$ 30 mil dólares (cerca de R$ 7,2 mil e R$ 54,1 mil, respectivamente). A empresa é capaz de produzir telas entre 40 e 140 polegadas, mas atualmente busca investidores para lançar uma versão comercial do produto. Se depender do público russo, a novidade será um sucesso, já que até o presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, elogiou o projeto.

Nova tecnologia permite deixar materiais invisíveis


O efeito seria possível através do uso de nanotubos de carbono, que já são capazes de fazer com que materiais desapareçam por completo embaixo d'água.

Para quem não sabe, os nanotubos de carbono (NTC, na sigla em inglês) são cilindros microscópicos compostos por moléculas - de carbono, claro - que possuem propriedades de altíssimo valor no campo da nanotecnologia, eletrônica, óptica e outros segmentos. Além disso, possuem propriedades de condução térmica, mecânica e elétrica, contribuindo para inúmeras melhorias nas estruturas dos materiais.

Os nanotubos de carbono foram utilizados para que os objetos não reflitam a luz, tornando-os invisíveis. Isso não permite que as coisas realmente desapareçam ou fiquem transaparentes de verdade, mas o material em questão fica preto. Caso ele seja colocado num fundo escuro, não importa o quanto procure: não será possível enxergar nada, pois o objeto "some".

A NASA tem usado essa tecnologia para escurecer o interior de telescópios. No entanto, um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) já realiza testes para esconder objetos com os aparelhos. O tanque da imagem, mostrada acima, é pintado com os nanotubos de carbono para então desaparecer no fundo escuro.

Dica para os internautas


O blog “Quem roubou minha infância” é dos alunos da escola Cejar e através das postagens, vocês poderão conferir o andamento da produção de um filme com o mesmo nome. O projeto foi criado a partir da ideia do professor Lindinaldo, com base no conto de Maria da Glória Castro.

Espero que gostem!

Força Aérea dos EUA quer criar robô-inseto para espionagem


Essa notícias parece saída de algum filme de ficção científica. Estudiosos civis e militares do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos EUA estão trabalhando em um conceito de robô inspirado em insetos voadores, bem pequenininho e controlado remotamente, para ser usado em missões de espionagem.

Ele será criado para ter asas que batam de verdade, evitando a detecção por parte dos inimigos. E, para garantir que esta possa ser a mais moderna tecnologia de espionagem, o robô terá uma câmera e um microfone embutidos.

O androide é tão pequeno que cabe, com folga, na ponta de um dedo. Ele será controlado por um piloto treinado, que o controlará a partir de um terminal remoto e poderá até se esconder em grupos reais de insetos.

Porém, no futuro, o conceito de espionagem pode não se aplicar totalmente ao robô-inseto, já que ele poderá ter a capacidade de carregar pequenas quantidades de gás ou até uma pequena quantia de explosivos.

Para otimizar ainda mais o desenvolvimento do projeto, os cientistas estão usando uma sala repleta de câmeras que podem detectar os movimentos de pequenos objetos voadores de até 0,2 cm.

Japoneses criam display 3D que dispensa o uso de telas para exibir imagens


Engenheiros do Instituto Nacional de Ciência Industrial e Tecnologia Avançada (AIST) e da Universidade de Keio, no Japão, desenvolveram um novo sistema de projeção holográfica que transmite imagens 3D sem o uso de telas ou monitores.

O projeto, chamado "Aerial 3D", funciona ao projetar um laser para um espaço determinado. Essa luz vai estimular as moléculas de oxigênio e nitrogênio contidas no ar, permitindo a exibição de imagens flutuantes. Dessa forma, também é possível criar objetos em 3D que podem ser vistos como se eles fossem reais.

Até o momento, as imagens só podem ser reproduzidas com uma única cor - no caso do vídeo de demonstração, a utilizada foi a verde. Porém, fotografias coloridas poderão ser criadas ao utilizar outros feixes de laser nas cores vermelho e azul.

É claro que essa tecnologia ainda deixa a desejar, já que as imagens não possuem um contorno muito concreto ou realista. Mas é uma porta de entrada interessante para um futuro onde telas e outros dispositivos de visualização não serão mais necessários.

Artenópolis no 17° CONAJE

Daniele Silva e o palestrante Jota Abussafi

Ivan Marinho e Daniele Silva, proprietários da Artenópolis Marketing Digital, foram conferir o 17° Congresso Nacional de Jovens Lideranças Empresariais.

O evento aconteceu nos dias 10 e 11 de novembro, e o tema foi: “Jovem empreendedor: fatores de sucesso e o Brasil 2.0”. Ele é promovido pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários em parceria com entidades interessadas em discutir questões econômicas, políticas e sociais que visam o desenvolvimento do empreendedorismo.

Na programação estavam vários paineis, como o de “Cases de sucesso na web”. Além de palestras com o empreendedor Jota Abussafi e o proprietário do site Camiseteria, Fábio Seixas.

O objetivo do Congresso é fornecer apoio e informações necessárias para fomentar o empreendedorismo como ferramenta de geração de emprego e renda.

Pulseira inteligente te avisa a hora de comer, acordar e até caminhar


A empresa Jawbone, conhecida pelos seus gadgets inovadores, acaba de lançar uma pulseira inteligente que pode mudar o seu estilo de vida.

Chamado de UP, esse acessório funciona em harmonia com um aplicativo do iPhone e iPad, que sincroniza todas as informações do seu dia a dia com a pulseira. Ela, por sua vez, te ajuda a manter uma vida mais saudável, vibrando na hora em que você deve comer, acordar, caminhar e etc.

De manhã, por exemplo, a pulseira vibra no momento em que você deve levantar, de acordo com a qualidade e quantidade do seu sono. Já nas refeições, ela te avisa a hora que você deve comer novamente, baseada na foto que você tirou do seu prato de comida.

O acessório funciona debaixo d'água e consegue contabilizar até seus passos durante uma caminhada ou vibrar na hora em que você precisa levantar da cadeira do trabalho para se movimentar um pouco.

A UP está à venda no site, apenas para o mercado americano, por US$ 99, mas deverá chegar às lojas da Apple e na BestBuy em breve.

Impressora sem cartucho de tinta imprime fotos direto do smartphone


A impressora Photo Cube é capaz de imprimir fotos direto do iPhone, iPad e smartphones Android em apenas alguns minutos. O aparelho é controlado a partir de um aplicativo, que pode ser baixado no celular ou tablet, e que imprime as imagens sem usar cartuchos de tinta.

A Photo Cube utiliza uma tecnologia que substitui os cartuchos e toners por um papel especial com cristais microscópicos. Estes cristais, ao serem aquecidos, ativam as cores no papel e materializam as imagens.

Para impressões no Android ou iPad é necessário cabo, já o iPhone ou iPod touch podem ser encaixados diretamente na impressora. A Photo Cube custa US$ 159.56 e já vem com um cartucho de papel térmico que faz 12 cópias.

Artenópolis marca presença no lançamento de “Mulheres na Quadra”


Na última segunda-feira, 31 de outubro, Ivan Marinho, Daniele Silva e Tereza Bernal foram conferir o lançamento do livro que já é um sucesso. Patrocinadora do evento, a Artenópolis se orgulha em contribuir com a cultura e ajudar a contar a história do esporte em nosso estado.

Em “Mulheres na Quadra”, Isabela Ferreira de Oliveira, escritora e ex-jogadora, narra a história do futsal feminino em Mato Grosso do Sul. Fruto de muita pesquisa, o livro-reportagem é o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da jornalista, que uniu suas duas paixões.

“Para o futsal feminino é de suma importância um livro como esse, pois valoriza a modalidade e os personagens dessa história, esta obra só tem a contribuir para que as meninas que estão começando dêem continuidade a este esporte”, conclui Isabela sobre o objetivo do trabalho.

Após seis anos jogando profissionalmente, a autora procura reconhecer os grandes personagens dessa história e divulgar o futsal feminino. Ela narra os campeonatos, jogos, preconceitos e valores presentes na trajetória desse esporte em Mato Grosso do Sul.

Alguns exemplares serão disponibilizados às escolas públicas e privadas da capital, e aos cursos de Jornalismo e Educação Física das universidades locais.

O trabalho de Isabela também pode ser acompanhado através do blog mulheresnaquadra.blogspot.com, onde é possível encontrar também entrevistas com jogadoras, técnicos, árbitros e torcedores, além de um rico acervo da “memória futebolística”.

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